A genética da cor dos olhos: o que realmente define essa característica

A cor dos olhos é uma das características físicas que mais despertam curiosidade. Verde, castanho, azul ou mel: apesar de parecer algo simples, a definição da cor dos olhos envolve um processo genético bem mais complexo do que muita gente imagina.

De forma geral, a cor dos olhos é determinada pela quantidade e distribuição de melanina na íris, o tecido colorido ao redor da pupila. Quanto maior a concentração de melanina, mais escuros tendem a ser os olhos. Já olhos claros possuem menor quantidade desse pigmento, permitindo maior reflexão da luz.

Por muitos anos, acreditava-se que a cor dos olhos seguia uma regra simples herdada diretamente dos pais. Hoje, a ciência já sabe que esse processo envolve vários genes diferentes, e não apenas um. Isso explica por que pais de olhos castanhos podem ter filhos de olhos claros, ou por que irmãos podem ter cores de olhos diferentes.

Além da genética, fatores como idade e algumas condições oculares também podem influenciar a aparência da íris ao longo da vida. Em bebês, por exemplo, é comum que a cor dos olhos mude nos primeiros meses, conforme a produção de melanina aumenta. Em adultos, alterações na coloração podem ser um sinal de atenção e merecem avaliação oftalmológica.

Independentemente da cor dos olhos, o cuidado com a saúde ocular deve ser o mesmo. Consultas regulares permitem identificar precocemente doenças silenciosas, acompanhar a saúde da retina, do nervo óptico e garantir uma visão saudável em todas as fases da vida.

No Centro Clínico Imagem, cuidamos da sua visão com atenção, tecnologia e acompanhamento especializado. Se notar qualquer mudança na aparência dos seus olhos ou na qualidade da visão, procure avaliação médica.

Agende seu check-up ocular e mantenha sua saúde visual em dia.

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